terça-feira, 12 de abril de 2011

EIA, não acredito que és 96!

Daqui
Não deixa de ser escandalosa, a influência que a rede de telemóvel porque optamos exerce sobre a nossa vida social.

Se calhar, se eu não fosse 91 há 5 anos, os meus amigos eram outros.
Ou não tinha amigos, quem sabe.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Surreal!

"In 2009 there was a new player in drinking milk products. Arla Foods acquired all chilled fresh dairy products under the Friesche Vlag brand and instantly became a major force in drinking milk because of the takeover of part of the Friesche Vlag brand. This acquisition created an unusual situation as the ambient Friesche Vlag range is still owned by Royal Friesland Foods NV. This means that the ambient products of Friesche Vlag are in competition with the chilled drinking milk products with the same brand name, but with a different owner at national level."
- Euromonitor, Outubro de 2010, sobre o consumo de leite na Holanda

domingo, 10 de abril de 2011

"Acho que vou dar comida aos patos"
"Não deixa de ser uma ideia interessante, considerando que acabámos de comer foie gras"
- V. e B.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cactii


Cactii, originally uploaded by J.Marshall.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Acho que fiz um 2+2

Acho que é quando a contenda política passa para o foro emocional que as ditaduras começam. 
Quando os políticos mexem com as emoções dos cidadãos. 
Quando se ligam ao papel para depois o desempenharem. 


Por isso é que as ditaduras e o nacionalismo têm uma relação tão estreita. 
E por isso é que o culto do dirigente é tão natural.

segunda-feira, 4 de abril de 2011




"I actually think it is a bit childish, putting sugar in your coffee. It is like trying to make candy out of a drink!"
- R.

terça-feira, 22 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Mnemónica

Tirei daqui






OH MEU DEUS, nunca tinha reparado nisso!

domingo, 13 de março de 2011



"Quantos-queres" em inglês é "cootie catcher"!

3 coisas a fazer numa próxima manifestação OU manifestation 101

1. Preparar palavras de ordem que fiquem na cabeça e peguem;
2. Fazer cartazes;
3. Levar um megafone ou instrumentos musicais.
Acredito sinceramente que um dos maiores dilemas da minha vida é se prefiro a massa crua ou cozinhada. 

Massa folhada, massa de bolos, massa de bolachas, massa de tartes.

Até o esparguete eu prefiro al dente.

sexta-feira, 11 de março de 2011

No autocarro

"Escolhe tu o lugar. É que eu me sinto pressionada quando tenho de escolher o lugar no autocarro e estou com outra pessoa."
"Sim, como quando estás com alguém a ver televisão e és tu que tens o comando"
- T e M da P

quinta-feira, 10 de março de 2011




Acabou de me ocorrer que é para aí o maior azar de sempre decidirem fazer um acordo ortográfico quando és dono de alguma coisa cujo nome passa, então, a ser considerado tecnicamente incorrecto. Tipo a revista Activa.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Às vezes tenho ideias destas

De vez em quando dou por mim preocupada com o que como. Não no sentido de químicos, dietas, ou vegetarianismo, mas mais tipo...

Não gosto da total ausência de informação alusiva a de onde é que as coisas vêm e, nomeadamente, da eventual    poluição massiva que a sua produção comporta.

E estava a pensar que era fixe que o governo, para além de obrigar as companhias a explicitar na embalagem os componentes nutricionais dos seus produtos, deveria fazê-las acrescentar também um equivalente à pegada ecológica para os produtos. 

E, depois, no supermercado, nós, consumidores, teríamos finalmente um critério para escolher coisas tipo a marca de bolachas Maria, ou de manteiga. Porque a verdade é que é um bocado indiferente isso de qual é que é o mais barato, já que o preço, para estes produtos, não difere assim tanto. Chegavamos lá, e verificávamos qual o produto com a menor pegada ecológica.

Por acaso não estou a gozar quando digo que gostava muito que isto fosse verdade.
Acho que vou escrever um e-mail à Greenpeace Portugal, ou assim.

terça-feira, 8 de março de 2011

Lista de coisas estranhas que gosto de encontrar enquanto objecto de fotografias (e bem captadas):

1. Comida a ser preparada (especialmente carne);
 why not

2. Decadência;
mallow LUVVVV


3. Corpos em posições perturbadoras;
л-2

4. Coisas mórbidas;



5. A evidente invasão da privacidade alheia;


6. Flashadas;


7. Indutores de sensações específicas (e.g., comichão);
E, depois, vou ter uma filha chamada Sophie e vou chamar-lhe Filo, e vai ser a PhiloSophie.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Às vezes, parece que as coisas passam mais rápido, ou que agora acontecem mais coisas.
Claro que percebo que é porque consideramos simultaneamente mais partes do mundo.

Mas não deixa de ser estranho eu ao fim de três meses já me ter esquecido que Hopenhagen tinha acontecido.
As próprias presidenciais parece que aconteceram há anos.

Parece que, comparativamente a quando era era miúda, acontecem mais coisas por dia.
Claro que também sou eu que estou mais velha e percebo melhor aquilo que me rodeia, but still.

Consideremos os velhos das aldeias que dizem "pois, isso aconteceu no ano das cheias".
2010 foi o ano de quê? E ainda que 365 dias sejam demasiado para resumir num acontecimento, então Fevereiro foi o mês de quê? Do Egipto? Da Líbia? Dos óscares? Das cheias?

E, depois, quero dizer,

Qual será o efeito de uma vivência mais fugaz sobre a construção da memória colectiva?

terça-feira, 1 de março de 2011

Segunda conversão da semana.

Stealthed Blackberry BoldÉ assim que me apercebo que vivi cerca de 5 anos com telemóveis de transição. Daqueles que peço emprestados ao filho da amiga da cunhada (ou à Teresa Ortigão) e de que depois me apodero durante uma eternidade, até se estragarem ou desaparecerem no Bairro Alto.

Desta vez, é a sério.
Isso, e assustador também. Acho que nunca estive tão entusiasmada com um telemóvel na vida.

Isto é querido

When I am stressed or anxious, I fixate on a particular word and type it over and over on my imaginary keyboard.
- Aqui

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ideia:





Podia ter uma mala chamada suerte, e depois chamar-lhe mala suerte.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Uma pessoa sabe que está cansada quando lhe custa levantar as pernas para tirar as meias."
- V.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Robert Desnos

UN JOUR QU’IL FAISAIT NUIT
Il s’envola au fond de la rivière.
Les pierres en bois d’ébène, les fils de fer en or et la croix sans branche.
Tout rien.
Je la hais d’amour comme tout un chacun.
La mort respirait de grandes bouffées de vide.
Le compas traçait des carrés
Et des triangles à cinq côtés.
Après cela il descendit au grenier.
Les étoiles de midi resplendissaient.
Le chasseur revenait, caranssière pleine de poissons
Sur la rive au milieu de la Seine.
Un ver de terre, marque le centre du cercle
Sur la circonférence.
En silence mes yeux prononcèrent un bruyant discours.
Alors nous avancions dans une allée déserte où se pressait la foule.
Quand la marche nous eut bien reposés
Nous eûmes le courage de nous asseoir
Puis au réveil nos yeux se feremèrent
Et l’aube versa sur nous les réservoirs de la nuit.
La pluie nous sécha.

(UM DIA EM QUE ERA DE NOITE
Voou até ao fundo do rio.
As pedras em madeira de ébano, os arames em ouro e a cruz sem braço.
Tudo nada.
Eu odeio-a com amor como todo um cada um.
A morte respirava grandes lufadas de vida.
O compasso traçava quadrados e triângulos de cinco lados.
Depois disso, desceu ao sótão.
As estrelas do meio-dia resplandeciam.
O caçador regressava, o bornal cheio de peixes, pela margem no meio do Sena.
Uma minhoca marcava o centro de um círculo sobre a sua circunferência.
Em silêncio os meus olhos pronunciaram um estridente discurso.
Então avançámos por uma álea deserta onde a multidão se acotovelava.
Quando a marcha nos trouxe repouso
Tivemos a coragem para nos sentar
Depois ao despertar os nossos olhos fecharam-se
E a aurora verteu sobre nós os reservatórios da noite.
A chuva secou-nos.)