Há uns dias estava a sonhar que escrevia num bloco de notas.
Depois, ouvi o despertador tocar e eu, ciente que teria de acordar, mas ainda no sonho, peguei no bloco e na caneta e arrumei-os na minha carteira.
Só depois é que acordei.
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quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Gostava de me casar contigo.
E depois, quando já estivessemos juntos, divorciava-me. Só para me poder casar contigo outra vez.
(Obrigada, Ana.)
E depois, quando já estivessemos juntos, divorciava-me. Só para me poder casar contigo outra vez.
(Obrigada, Ana.)
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É que isto até é querido - percebem?
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Olhem para mim a ser querida
Eu bem sei que a maioria das pessoas despreza esta época, que caracteriza como sendo "falsamente solidária". Ora, perdoem-me o crime, mas eu confesso que gosto do Natal. Bastante.
Acho que as luzes de Natal fazem com que passear pelas ruas ao frio valha a pena.
Isso e as castanhas.
Adoro dar passeios pela rua e espreitar para dentro de cada um dos apartamentos, deliciando-me com as iluminações natalícias dos outros.
Sou capaz de ficar horas cá fora a admirar o espectáculo de luz e cor oferecido por cada um dos prédios, cujos apartamentos têm cada um a sua árvore de Natal.
Gosto do Natal.
E também gosto de nevoeiro.
Hoje houve dos dois.
Eu olhava pela janela e não via o prédio em frente ao meu, mas distinguia as luzinhas de várias árvores de Natal a piscar, cada uma da sua cor.
E foi amoroso. Gostei de hoje.
Acho que as luzes de Natal fazem com que passear pelas ruas ao frio valha a pena.
Isso e as castanhas.
Adoro dar passeios pela rua e espreitar para dentro de cada um dos apartamentos, deliciando-me com as iluminações natalícias dos outros.
Sou capaz de ficar horas cá fora a admirar o espectáculo de luz e cor oferecido por cada um dos prédios, cujos apartamentos têm cada um a sua árvore de Natal.
Gosto do Natal.
E também gosto de nevoeiro.
Hoje houve dos dois.
Eu olhava pela janela e não via o prédio em frente ao meu, mas distinguia as luzinhas de várias árvores de Natal a piscar, cada uma da sua cor.
E foi amoroso. Gostei de hoje.
domingo, 13 de novembro de 2011
Ando a arrumar o quarto, e depois dou com pensamentos destes, esquecidos em apontamentos de disciplinas que já nem me lembro de ter tido
Sempre tive algum respeito pelas lágrimas,
único componente das emoções em que podemos efectivamente tocar.
único componente das emoções em que podemos efectivamente tocar.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sorrio sempre que penso nisto
ADORO a palavra "patinhado"
É que dá mesmo a sub-entender que há um bando de patinhos bebés a passear-se por aí.
"Esse quarto já foi todo patinhado" - Não é querido?
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Hoje percebi que "Euro" é um nome super fail
Consideremos os Kwanzas.
Quero dizer, lutas durante anos e anos para conseguir a independência do teu país, e quando finalmente a consegues o nome credível que escolhes para a tua moeda é Kwanza? A sério?
Resposta automática do meu cérebro:
Bom, por essa ordem de ideias: A sério? Passam anos em guerra uns com os outros, e quando finalmente decidem que querem cooperar ao invés de competir o único nome que se lembram para dar à moeda é Euro? Será que a única coisa que os países que têm Euro têm em comum é isso, o nome Europa, Pertencer à UE? Nada mais?
E, realmente. O que é que a Europa tem em comum?
É que:Língua, paisgem, herança cultural, ... E nem sequer pertencemos todos ao império romano!
Haverá sequer uma espécie de pássaros comum a todos os países?! (isso por acaso era querido)
E depois apercebi-me que admiro bastante a pessoa que desenhou as notas dos Euros. É que podem ser feias que dói, mas sempre vão um pouco além do óbvio que é a UE, as suas estrelas, e o seu mapa de países.
Quero dizer, lutas durante anos e anos para conseguir a independência do teu país, e quando finalmente a consegues o nome credível que escolhes para a tua moeda é Kwanza? A sério?
Resposta automática do meu cérebro:
Bom, por essa ordem de ideias: A sério? Passam anos em guerra uns com os outros, e quando finalmente decidem que querem cooperar ao invés de competir o único nome que se lembram para dar à moeda é Euro? Será que a única coisa que os países que têm Euro têm em comum é isso, o nome Europa, Pertencer à UE? Nada mais?
E, realmente. O que é que a Europa tem em comum?
É que:
Haverá sequer uma espécie de pássaros comum a todos os países?! (isso por acaso era querido)
E depois apercebi-me que admiro bastante a pessoa que desenhou as notas dos Euros. É que podem ser feias que dói, mas sempre vão um pouco além do óbvio que é a UE, as suas estrelas, e o seu mapa de países.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Isto é a coisa mais querida!
É o verbo Streicheln.
É o meu novo verbo preferido.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Acordei com duas coisas na cabeça:
1) A música "Baby" do Justin Bieber;
2) A expressão "Tirso de Molina".
E googlei a segunda. E aparentemente é um escritor renascentista (Século XVII, na verdade já não é lá muito renascentista) espanhol que escreveu uma obra chamada "Don Gil de las Calzas Verdes".
E eu, que comecei por ficar desapontada por Tirso de Molina ser uma pessoa e não, como eu esperava, um sítio, acabei por recuperar. Porque imaginar um daqueles cavalheiros em collants e calções-balão, ainda por cima verdes, acabou por ser uma maneira gira de começar o dia.
Vou para o estágio!
1) A música "Baby" do Justin Bieber;
2) A expressão "Tirso de Molina".
E googlei a segunda. E aparentemente é um escritor renascentista (Século XVII, na verdade já não é lá muito renascentista) espanhol que escreveu uma obra chamada "Don Gil de las Calzas Verdes".
E eu, que comecei por ficar desapontada por Tirso de Molina ser uma pessoa e não, como eu esperava, um sítio, acabei por recuperar. Porque imaginar um daqueles cavalheiros em collants e calções-balão, ainda por cima verdes, acabou por ser uma maneira gira de começar o dia.
Vou para o estágio!
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É que isto até é querido - percebem?,
Sou tão BIMBA.
domingo, 24 de outubro de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Vamos falar de cocó.
Estava para aqui a pensar que é bastante fixe que os seres humanos, por muito que precisem de usar fraldas quando são pequeninos, cresçam e sejam minimamente asseados. Quero dizer, é esta preocupação higiénica básica que faz com que as nossas casas cheirem bem e estejam limpinhas (isso e a invenção das sanitas, claro). Conseguem imaginar o que seria das nossas casas se não tivéssemos dado com este procedimento? Seriam imitações baratas das jaulas dos macacos do Jardim Zoológico, essa é que é essa.
E depois pensei: "Ena, então os animais com preocupações higiénicas estarão evolucionariamente mais à frente que os outros. O que quer basicamente dizer que os gatos são mais avançados que os cães"
"Sim, que estúpidos, os cães. Onde é que já se viu, marcar território com fezes e urina? «Ai, que lindo sítio, acho que quero que seja meu, e por isso vou deixá-lo a tresandar»...?"
Quero dizer, vamos lá ver, eu gosto muito do meu quarto mas não é por isso que tenho desejos incontroláveis de fazer cocó pelos cantos.
E depois ocorreu-me que, verdade seja dita, ainda que sejamos asseados, somos também bastante selectivos no que toca à escolha das casas-de-banho que usamos. (Refira-se, a esse respeito, o problema que são as instalações sanitárias dos festivais de Verão...). As nossas preferidas tendem, aliás, a ser as das nossas casas.
Conseguimos, então, parece-me, aliar a higiene dos gatos com o noção de território dos cães.
E isto tem piada, porque nunca me ocorreu que fosse capaz de, já depois de ter 5 anos:
1. Passar tanto tempo a pensar em e falar sobre cocó e xixi;
2. Achar o encadeamento de ideias interessante o suficiente para o partilhar com o mundo.

Ps: A propósito deste post e do relatório de memória que tenho de escrever: O Fred disse cocó.
E depois pensei: "Ena, então os animais com preocupações higiénicas estarão evolucionariamente mais à frente que os outros. O que quer basicamente dizer que os gatos são mais avançados que os cães"
"Sim, que estúpidos, os cães. Onde é que já se viu, marcar território com fezes e urina? «Ai, que lindo sítio, acho que quero que seja meu, e por isso vou deixá-lo a tresandar»...?"
Quero dizer, vamos lá ver, eu gosto muito do meu quarto mas não é por isso que tenho desejos incontroláveis de fazer cocó pelos cantos.
E depois ocorreu-me que, verdade seja dita, ainda que sejamos asseados, somos também bastante selectivos no que toca à escolha das casas-de-banho que usamos. (Refira-se, a esse respeito, o problema que são as instalações sanitárias dos festivais de Verão...). As nossas preferidas tendem, aliás, a ser as das nossas casas.
Conseguimos, então, parece-me, aliar a higiene dos gatos com o noção de território dos cães.
E isto tem piada, porque nunca me ocorreu que fosse capaz de, já depois de ter 5 anos:
1. Passar tanto tempo a pensar em e falar sobre cocó e xixi;
2. Achar o encadeamento de ideias interessante o suficiente para o partilhar com o mundo.

Ps: A propósito deste post e do relatório de memória que tenho de escrever: O Fred disse cocó.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
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